Entintagem
Introdução
O conjunto de tintagem, ou entintagem, tem por finalidade prencher os alvéolos com tinta (áreas de grafismo) removendo toda a tinta da superfície do cilinfro forma (áreas de contra-grafismo), possibilitando dessa forma um bom controle durante o processo de impressão.
É composto basicamente por:
- Tinteiro
- Banheira
- Mangueiras
- Bomba
- Filtros
Tinteiro
Possui como função manter um volume de tinta razoável, para circulação da mesma nos demais componentes do sistema.
O tinteiro ideal deve possuir encaixe para a bomba e possibilitar a utilização do menor volume de tinta possível. Quanto mais forem arredondadas a sua forma, mais fácil será sua limpeza e melhor a circulação da tinta.
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Banheira
É a responsável direta pela entintagem do cilindro. Deve permitir a possibilidade de diversas regulagens (em função do diâmetro do cilindro-forma) para controlar a imersão do cilindro na tinta. Em alguns sistemas como o objetivo melhorar a entintagem, adiciona-se um rolo entintador de moleton.
A banheira deve possuir uma ligeira inclinação para o local de escoamento da tinta, facilitando sua circulação.
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Mangueiras
São as responsáveis pelo transporte da tiinta do tinteiro para a banheira e vice versa. No bico da mangueira responsável pelo transporte da tinta da banheira para o tinteiro, posiciona-se o bico entintador ou o espalhador, sendo que este bico possibilita uma melhor entintagem do cilindro evitando o entupimento dos alvéolos.
Bomba
Sua função básica é "sugar" a tinta do tinteiro para a banheira. Podem ser elétricas ou pneumáticas, sendo que as mais utilizadas são as elétricas, em função da facilidade de instalação, poder de vazão e baixa manutenção.
Filtros
Estes tem como função, a eliminação das partículas incorporadas a tinta durante o processo.
Podem ser posicionadas no tinteiro ou na bomba e podem ainda serem metálicos, têxteis ou magnéticos.
Tipos de Tintagem
Os sistemas de tintagem de uma impressora Roto mais utilizados são: tintagem direta e tintagem por borrifação.
Tintagem Direta
Este sistema de tintagem apresenta como característica a imersão do cilindro forma na tinta. É o sistema mais utilizado, sendo que sua constituição, na maioria dos casos, está representada abaixo.
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É um sistema composto de reservatório externo de tinta, com sistema de bombas para a circulação da mesma; um tinteiro, geralmente com banheira interna de movimentação vertical a fim de possibilitar a regulagem para diversos diâmetros de cilindros, devendo garantir uma entintagem uniforme de todo o cilindro e durante toda a produção.
Tintagem por Borrificação
Este sistema consiste de um bico em forma de uma meia lua conectado ao reservatório que irá lançar sobre toda a superfície do cilindro uma camada de tinta.
O lançamento da tinta é efetuado logo após ao ponto de impressão, nos trazendo a vantagem de lavar o cilindro eliminando possíveis resíduos deixados pelo substrato.
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Este sistema nos traz uma vantagem em relação à economia de solvente, acarretado por possuir o tinteiro como uma estrutura bastante fechada, não possibilitando assim que o solvente fique evaporando.
A constituição deste sistema é a mesma que no caso anterior, com o acréscimo do bico para entintagem, tendo, nos dois sistemas a vantagem de uma perfeita homogenização da tinta com o solvente, não causando problemas de diferentes viscosidades no reservatório.
Ainda no reservatório podem ser colocados filtros para a retirada de impurezas trazidas pelo substrato ou também filtros magnéticos que retém partículas de metal provenientes da racle.
É normal também encontrarmos incorporados viscosímetros que são ligados às centrais de tintas com função de manter a viscosidade sempre constante.
Encontramos ainda sistema de refrigeração de tinta no interior dos reservatórios. Devido ao aspecto do atrito entre a racle e a forma e também pela sua agitação, a tinta atinge até 40º C, principalmente para o preto. Este fator prejudica consideravelmente a impressão, porque há uma maior evaporação do solvente. Para o resfriamento da tinta são colocados nos tinteiros resfriadores com serpentinas pelo interior, da qual circula água a temperaturas entre 14º a 18º C, resfriando a tinta e atuando também sobre o cilindro forma, para sua refrigeração.
Além destes aspectos acima descritos, encontramos hoje em dia sistemas de entintagem que trabalham com um rolo revestido de moleton, para efetuar a transferência da tinta do tinteiro para o cilindro forma. Este sistema apresenta considerável vantagem no que tange a entintagem do grafismo por forçar a penetração da tinta no alvéolo. Vantagem ainda está na possibilidade de mantermos uma pequena quantidade de tinta no tinteiro e que, no momento da interrupção da tintagem o rolo se afasta, não sobrecarregando a superfície do cilindro com tinta.
A grande desvantagem deste sistema é quanto à evaporação do solvente que, devido ao formato do tinteiro acarreta um elevado consumo de solvente.
SISTEMA DE RACLAGEM
Apoiada sobre o contra-grafismo, a racle (faca) realiza a raspagem do cilindro forma, retirando a tinta da superfície do cilindro, deixando-a somente dentro dos alvéolos gravados.
A racle é uma lâmina de aço bastante sutil e varia sua espessura conforme a forma a ser utilizada A espessura varia de 0,15 mm até um máximo de 0,35 mm, sendo que a preferência de utilização está nas lâminas de 0,15 e 0,20 mm. Sempre que possível deve-se utilizar lâminas finas, que permitam uma pressão de apoio forte e com isso uma maior regularidade na raspagem, diminuindo a abrasão e conseguindo menor desgaste no conjunto forma / racle.
Este sistema é composto por racle, contra-racle, calha ou saia, pistões pneumáticos, manípulos reguladores e sistema de movimentação lateral.
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Racle
É a responsável direta por raspar a tinta nas áreas de contra grafismo do cilindro.
Normalmente é uma lâmina de aço com 0,15 mm de espessura que pode ter diferentes tipos de fios, gerados por afiação da lâmina de acordo com a necessidade.
Contra Racle
Sua função é comportar as lâminas de racle e contra racle, além de prender a calha ou saia.
Calha ou Saia
Sua função é evitar que o excesso de tinta retirado pela racle, saia para for a da banheira, gerando desperdício de tinta, sujeira ao redor da máquina e prováveis respingos de tinta no impresso.
Pistões Pneumáticos
São os responsáveis pela aplicação de pressão do sistema de raclagem sobre o cilindro forma. Devem vir acompanhados de manômetros que demostrem a pressão exercida e possibilitem regulagens da mesma.
Manípulos Reguladores
A função destes é possibilitar todas as regulagens que o sistema oferece, tais como: ângulo de incidência, distância do ponto de raclagem ao ponto de impressão etc.
Sistema de Movimentação Lateral
Através deste sistema a racle tem um desgaste uniforme em toda sua superfície, diminuindo problemas como riscos e velaturas.
Tipos de racles
Convencional
É a lâmina freqüentemente utilizada nos trabalhos normais de impressão. Sua vantagem reside no fato de ser mais econômica, uma vez que pode ser reutilizada. Por outro lado, a área de contato com o cilindro aumenta conforme o desgaste devido ao tempo de utilização. Embora possamos, teoricamente, compensar o desgaste com o aumento da pressão, iremos ter com isso variações na distância do ponto de impressão, "curvatura", e conseqüente alteração na qualidade da impressão.
A lâmina convencional possui um ângulo de afiação (fio da racle). Existem três tipos de fios básicos, e a utilização de cada se dará em função das características da gravação.
Fio normal
É considerado aquele que tem um desbaste com ângulo de incidência igual a 45º. É utilizado em "gravações normais"(standarizadas) e deve realizar um trabalho de raspagem perfeito para total harmonia da reprodução com o original.
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Fio redondo
O fio redondo é uma variação do fio normal com seu chanfro bem arredondado. Sua utilização se faz necessário quando a profundidade de gravação é mais rasa, sendo assim, o fio redondo não tem como penetrar no alvéolo, raspando menos tinta, consequentemente facilitando a passagem de uma maior carga de tinta para o interior do alvéolo e possibilitando maior película de filme, alcançando a tonalidade ou o fechamento desejado. O fio redondo é aconselhável para impressão de meio tom.
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Fio Agudo
O fio agudo é uma variação do fio normal, mas com uma inclinação mais acentuada de corte.
O fio agudo por ser mais fino e penetrante, tem sua ação inversa do fio redondo, raspando mais acentuadamente. Por isso o fio agudo é geralmente aplicado às gravações profundas, onde ultrapassam a tonalidade padrão.
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Pré-Afiada
A racle pré-afiada ou M.D.C. nasce de uma lâmina de aço especial, com espessura equivalente a 0,15 mm, sobre a qual executa-se um fio em forma de rebaixo de sua superfície.
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Este rebaixo resulta em espessura de aproximadamente 0,08 mm, uniforme em toda sua extenção, fazendo com que o desgaste seja uniforme em todo o seu período de utilização, propiciando a utilização de pressão de contato menor (menor espessura) e constante (sem variações no fio), executando raspagem mais uniforme com menos desgaste do conjunto forma / racle, propiciando assim maior qualidade de reprodução e maior tempo de utilização.
Este tipo de lâmina apresenta como desvantagem o preço mais elevado em relação à lâmina convencional e a impossibilidade de reafiação pelos métodos convencionais.
Preparação da lâmina
Quando falamos de preparação da lâmina entendemos o seguinte fluxo de trabalho:
Para lâminas convencionais Para lâminas Pré-afiadas
a - retífica
b - afiação
c - montagem
Retífica
a - Mecânica
A retífica mecânica é realizada com a utilização de um equipamento que consta de um suporte onde será fixada a racle, e do rebolo, que se incumbirá de realizar a usinagem da mesma.
O melhor sistema de retífica mecânica é pelo formato do rebolo à taça, no qual a afiação se dá de forma cruzada, isto é, de cima para baixo e de baixo para cima.
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Sendo este sistema de retífica controlado podemos ter a confecção dos três tipos de fios (convencional, redondo e agudo).
Para a aplicação desse tipo de retífica aconselha-se cortar aproximadamente 2 mm da área do fio da lâmina, para a obtenção de um fio mais reto e constante na usinagem.
Cuidados na retífica mecânica
- Manter sempre em constante resfriamento a zona de usinagem, para que não haja alterações na temperatura da zona do fio.
- A superfície do rebolo deve estar perfeita a fim de não causar imperfeições na área de usinagem.
- Não efetuar avanços rápidos, nem frontais, nem laterais.
- Não utilizar rebolo de grana muito grossa.
A principal vantagem da retífica mecânica está no fato de ser mais rápida, precisa e produtiva, por outro lado tem seu custo operacional alto, por necessitar de equipamento adequado e mão-de-obra especializada.
b - Manual
A retífica manual se procede, como o nome já diz, manualmente, com a utilização de pedras de afiar, desenvolvendo-se movimento de vai e vem, até se conseguir fazer da lâmina um fio afiado.
A única vantagem deste tipo de retífica é o baixo custo operacional da confecção. Porém, apresenta como desvantagem a falta de controle que se tem em relação à angulação e paralelismo do fio, tornando-o arredondado, e a lentidão do processo.
Algumas indústrias utilizam como acessório um suporte para a pedra de afiar, com o intuito de uniformizar a formação do ângulo do fio.
Afiação
A afiação consiste na aplicação, manualmente, de lixas de diferentes granas (280, 400, 600) a fim de eliminar as rebarbas resultantes da retífica e proporcionar um pequeno arredondamento no extremo do fio de corte, a fim de eliminar problemas referentes a quebra das paredes dos alvéolos, quando der início o processo de raclagem.
O método de afiação consiste em aplicar-se as lixas, em ordem crescente de grana, e com pequena quantidade de óleo, fazendo com que deslize sobre a área retificada. A aplicação deve ser uniforme sobre toda a extensão da lâmina.
Montagem
Contra-racle
Qualquer que seja a espessura da lâmina ela nunca será tão rígida ao ponto de realizar a raspagem totalmente uniforme por longos períodos. Assim, emprega-se as contra-racles, que são lâminas de diferentes espessuras e que nos darão a elasticidade necessária à racle.
A contra-racle situa-se de diversas formas: isto acontece devido a necessidade de seu emprego, mas sempre em contato com a racle.
Podemos ainda encontrar sistemas com duas contra-racles, e a flexibilidade da racle, em ambos os casos, se dará pela maior ou menor distância em que se encontrarem do fio.
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Quanto mais próxima estiver a contra-racle do fio da racle, mais rígida está será, realizando uma maior raspagem. No caso inverso, quanto mais distante do fio estiver a contra-racle, mais flexível será a racle.
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Os pré-requisitos para uma montagem de racle são:
- Conhecimento do tipo de serviço que a racle deverá executar
- Utilização do fio da racle apropriado (no caso de lâmina convencional) e distâncias / alturas conforme especificado.
- Montagem das lâminas paralelas entre si e em relação ao conjunto porta-racle.
- Fixação e aperto dos parafusos do porta-racle do centro para as extremidades, evitando ondulação das lâminas.
- Nunca inverter o lado do fio de raspagem.
Alguns ciudados que devem ser tomados para aumentar a vida útil das racles são:
- Evitar acúmulo de tinta sob seu fio, realizando sua limpeza a cada parada de máquina.
- Ao encostar a racle ao cilindro fazê-lo com movimento o mais suave possível, a fim de não ocorrerem quebras no fio ou das paredes da gravação
- Aconselha-se também que a cada parada de máquina miuto prolongada, levante-se o conjunto de raclagem, afastando a lâmina e limpando-as, permitindo que o cilindro gira livremente sobre a tinta.
- Evitar a utilização dos famosos "palitinhos" ou "" pauzinhos" sobre a racle com o intuito de retirar alguma impureza que esteja presa à racle e ocasionando riscos no impresso. O mais correto é levantar as racles efetuando sua limpeza e nova regulagem.
- Somente troque a lâmina quando realmente se esgotarem os recursos para melhorar seu trabalho, ou quando detectar sua total inutilidade.
Tipos de raclagem empregados nas impressoras
Existem basicamente dois tipos de raclagem aplicadas às impressoras: raclagem tradicional e raclagem americana, diferenciando-se pela posição de trabalho da racle em relação ao ponto de impressão (chamada de zona morta).
Raclagem Tradicional
Este sistema, também conhecido como raclagem européia tem a característica de Ter a sua zona de contato da racle ao ponto de impressão maior e com um tipo de ângulo mais baixo.
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Raclagem Ângulo Americano
Tem por característica uma maior elevação do grupo de raclagem no sentido do movimento de rotação do cilindro.
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Sua vantagem está na menor distância do ponto de raclagem ao ponto de impressão. Esse detalhe é importante devido a necessidade cada vez maior de velocidades mais elevadas das impressoras, onde a tinta também tem que ter uma secagem mais rápida; com o uso de solventes mais voláteis existe o perigo da tinta secar no interior dos alvéolos quando na zona morta, provocando o entupimento dos alvéolos. Com esse sistema essa possibilidade é bem menor.
Regulagem da racle na Impressão
Regulagem de paralelismo
Trata-se do acerto executado no conjunto de raclagem em relação à superfície de contato do cilindro forma. É realizada através de dispositivos que encontramos no suporte do conjunto de raclagem da impressora, geralmente dois ou três parafusos de rosca sem fim que possibilitam o avanço ou recuo do conjunto de raclagem.
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O perfeito ajuste do paralelismo é muito importante para uma boa raspagem do contra-grafismo e também parcialmente do grafismo. Diferenças no paralelismo ocasionarão diferenças de carga de tinta na superfície e com isso diferenças de densidade no impresso. No caso de aplicação de vernizes e primers, ocasiona diferenças na gramatura aplicada.
O método correto para uma perfeita regulagem do paralelismo consiste em encostar a racle ao cilindro forma com o mínimo de pressão e ir avançando ou retrocendo conforme necessário, até perceber-se visualmente que o mesmo realiza a raspagem uniforme de toda a superfície do cilindro. Alternando-se o paralelismo estaremos alterando também a distância do ponto de impressão (faca adiantada ou atrasada), logicamente relacionada diretamente com a altura do conjunto de raclagem.
Distância do ponto de impressão
Embora aqui listado, não são todos os equipamentos que oferacem este recurso, pois faz-se necessário uma regulagem de altura no conjunto de raclagem. Esta regulagem de altura possibilita o trabalho com "faca adiantada" ou "faca atrasada" mantendo-se o mesmo ângulo de raspagem.
Ângulo de raspagem
É o ângulo formado entre o cilindro e a tangente no ponto de contato.
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Ângulo normal
É o ângulo com 45º de incidência.
Ângulo agudo
É o ângulo com menos de 45º de incidência. Tem como característica aumentar a carga de tinta sobre os alvéolos, provocando uma maior aplicação de tinta sobre o substrato, aumentando a saturação da cor, devendo ser empregado em casos onde a aplicação de tinta não satisfaça o pedido, ou em gravações rasas.
Ângulo obtuso
É o ângulo com mais do que 45º de incidência da racle. Tem como característica aumentar a raspagem sobre o cilindro. Será aplicado em casos de necessidade da obtenção de um maior contraste na impressão, no caso de gravações profundas.
Pressão da racle
Uma boa regulagem de pressão de uma racle deve ter a característica de uma perfeita limpeza do contra-grafismo sem a interferência no grafismo.
Para estudar melhor este aspecto dividi em dois sistemas de pressão:
- flexível
- rígido
Flexível: sistema através de molas de compensação. Tras problemas quando utilizado em altas velocidades, mas torna-se vantajoso no tocante a ocorrência de riscos no substrato ou na racle.
Rígido: sistema que trabalha por meio de mecanismos precisos que oferecem uma raspagem rígida (sistema mecânico).
Apresenta vantagens no tocante a utilização de altas velocidades de impressão, porém, devido a sua rigidez, provoca riscos na racle.
Originados dos dois sistemas surgiu o sistema Pneumático, que reúne as vantagens dos processos anteriores.
A regulagem da pressão é importante para a qualidade de uma boa impressão. Podemos dizer que a pressão também é responsável pela aplicação do filme de tinta no substrato. Uma pressão maior causará uma diminuição da reserva de tinta do alvéolo, provocando a diminuição da saturação da cor em si, e vice-versa.
Deve-se levar em conta também a flexibilidade da racle ao receber a pressão, pois a mesma poderá, se muito fina, deformar-se ao receber pressão, e conduzir o trabalho a condições errôneas e indesejáveis.
Movimento linear da racle
A movimentação lateral da racle é necessária e tem várias finalidades, que são:
- causar um desgaste uniforme em toda a superfície da racle e não em alguns pontos.
- Evitar o desgaste provocado pela lâmina nas zonas de baixas luzes.
- Evitar o acúmulo de impurezas e a localização de riscos
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Apêndice
Condições essenciais para o bom funcionamento da racle:
1- O cilindro forma não deve ter superfície irregular.
2- O fio da racle deve estar apoiado sobre o cilindro sem irregularidades (ondulações).
3- Não existir poeiras ou qualquer detrito entre a racle e o cilindro.
4- A racle deve estar bem regulada e ser apropriada para o trabalho a executar.
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