Introdução
Formas Serigráficas
Como em todos os outros sistemas de impressão, a confecção da forma tem que receber altíssima atenção. Pois a qualidade do impresso dependerá também da qualidade da forma de impressão.
Existem diversos tipos de formas (matrizes) que podem ser utilizadas em serigrafia, e deverão possuir características específicas para alcançar as expectativas de utilização. Por exemplo, para a impressão de camisetas poderemos estar utilizando uma forma com bastidor de madeira e com tela de trama lisa de seda; já para a impressão em grandes estamparias onde se imprimem lençóis de cama por exemplo, seria mais aconselhável o uso de bastidor metálico (grande formato) e tela com fios metálicos, como aço por exemplo. Podendo em alguns casos a impressão ser realizada em impressoras rotativas.
A forma serigráfica é basicamente composta pela tela (onde vai ser "gravada" a imagem) e um bastidor, (onde a tela deverá ser fixada para posteriormente receber a imagem) o bastidor também é conhecido como moldura ou quadro.
Bastidor / Quadro
Os quadros ou molduras são armações de madeira ou metal, quadrados ou retangulares, onde serão esticadas as malhas. Deve ser suficientemente rígido para não sofrer deformação em função da pressão exercida pela malha ou pelo constante uso em condições de alta umidade.
As dimensões do quadro variam de acordo com o tamanho da área de impressão. O custo de um quadro está relacionado com seu tamanho; quanto maior o quadro maior será seu custo e maior as despesas com tecidos, grampos, emulsão e mão-de-obra. O tamanho ideal será aquele que ultrapassar 10 cm de cada lado da área de impressão. Por exemplo, para um desenho que mede 10x20 cm será necessário um quadro de 30x40 cm de dimensões internas.
Esta folga é necessária por dois motivos: primeiro, porque a parte interna do quadro é um reservatório de tinta e para tanto deve existir espaço; segundo: que essa maior área dá à malha mais elasticidade, fator importante na impressão.
Os quadros usados em serigrafia são escolhidos visando atender as necessidades do sistema de impressão onde será realizada a impressão (tipo de máquina, formato, velocidade, durabilidade necessária etc).

Bastidor de Ferro
São utilizados em empresas grandes e antigas, geralmente para impressões de grandes formatos - geralmente maiores de 2 metros; propicia uma alta estabilização para a tela (o que em grandes formatos bastidor de madeira não consegue).
Bastidor de Alumínio
São utilizados para trabalhos de grandes dimensões assim como no caso do ferro (no caso de trabalhos com formato muito grande aconselha-se o uso deste bastidor, pois com uso do ferro a haste empenará ao ser erguida), porém sua vantagem é que por ser de alumínio seu peso (sua massa) é menor.
Estes bastidores podem ter suas hastes parafusadas ou soldadas, sendo que isso não provocará diferenças na impressão, e suas hastes geralmente são ocas por dentro (imagine uma caixinha de creme dental!!!) ajudando desta forma na redução da massa do bastidor, sendo que facilitará no manuseio da forma.
Bastidor de Madeira
A impressão com bastidor de madeira geralmente é utilizada para trabalhos de pequenas dimensões (aconselha-se no máximo 1,5 metros), onde o risco da haste empenar é menor.
Existem diversas madeiras que podem ser utilizadas para tal função, porém deve-se tomar muito cuidado na escolha para que a madeira não empene durante os processos de confecção e impressão.
Este é o tipo de bastidor mais utilizado, devido aos formatos para qual se destina e devido também pelo seu menor custo.
Telas (Malhas) utilizadas em Serigrafia
Assim como a correta escolha do bastidor, devemos também prestar muita atenção na escolha da tela (também conhecida como malha), visando sempre atender as características necessárias para uma boa impressão (boa aderência para emulsões fotográficas, durabilidade, bom depósito de tinta, boa resistência a produtos químicos, resistência mecânica aos esforços do rodo e de estiramento, facilidade de limpeza etc).
A classificação da tela é feita levando-se em conta, o material utilizado na confecção, tipo de trama, quantidade de fios por cm linear (lineatura), dimensões da abertura da malha, etc.
As malhas mais usadas são: nylon, poliéster, é metálica. Quanto aos fios as malhas podem ser: multifilamento e monofilamento.
Multifilamento
São malhas tecidas com vários fios entrelaçados, como uma corda. Sua superfície é áspera, de difícil limpeza, tem pouca resistência à tração, porém oferece excelentes resultados para impressão em tecidos e serigrafia artística, e seu custo é menor.
Monofilamento
São malhas tecidas com um único fio. Tem superfície lisa, fácil de limpar e alta resistência à tração. Sua qualidade é superior a malha multifilada, porém seu custo também.
Nylon Monofilamento
Tem ótima resistência à ruptura e à tração, boa resistência a produtos químicos, permite a recuperação das formas várias vezes e oferece boa passagem de tinta. Dá um bom registro de cores quando esticado corretamente. Tem boa elasticidade, o que permite adaptar-se a superfícies irregulares (cilindros, objetos redondos etc).
Poliéster Monofilamento
Tem as mesmas características do nylon, e ainda, pode ser menos elástico, o que garante um registro de cores perfeito. É ideal para formas de circuitos impressos, régua e com o uso de grandes bastidores (grandes formatos).
Não é recomendada para superfícies irregulares devido a menor elasticidade.
Metálica Monofilamento
É uma malha que possui ótima estabilidade após ser fixada no bastidor (utilizar tenção correta), proporcionando com isso registros praticamente perfeitos.
Ideal para impressão de grandes formatos e altíssimas tiragens de impressão.

Classificação das Malhas
As malhas são designadas pelo número de fios por centímetro linear, a escolha adequada da malha para cada trabalho depende diretamente deste número.
Quanto menor a lineatura da malha, mais grosso é o fio, e mais aberta é a trama (pontos maiores) ocasionando maior passagem de tinta.
Quanto maior a lineatura, maior será a quantidade de fios no espaço de um centímetro linear. Os pontos formados com essa tela serão menores,
isso proporcionará uma maior definição de imagem.
Existe também a possibilidade de se estar variando o diâmetro do fio, sem alterar a lineatura. Por exemplo, usando-se uma lineatura de 100 linhas, com o fio tendo 0,08 mm de diâmetro teremos uma abertura com cerca de 0,02 mm entre as linhas (dando no total 100 linhas no espaço linear de um centímetro); agora digamos que nosso fio tenha 0,06 mm de diâmetro com a mesma lineatura (100 linhas/cm) o espaço entre as linhas será de 0,04 mm. Podemos concluir com isso que quanto maior o diâmetro do fio (comparando-se mesma lineatura) menos será a abertura entre os mesmos (pontos pequenos), passando com isso menos tinta oferecendo maior definição de imagem, e as linhas com diâmetro menor, tendo maior distância entre as linhas (pontos maiores) deixarão passar mais tinta ocasionando menor definição de imagem.
Então podemos dizer que a definição da imagem na tela depende de dois fatores:
Lineatura (quantidade de fios/cm linear)
Diâmetro dos fios
No geral as malhas mais usadas são:
Para metais, plásticos, vidros:
Usam-se malhas fechadas, de no mínimo 100 fios por centímetro linear.
Para tecidos, cortiça, madeira e derivados:
A malha pode varias entre 34 e 80 fios por cm linear, uma média boa é 45 linhas/cm.
Para desenhos reticulados (até retícula 34), desenhos com traços finos e letras pequenas:
Malha de 120 a 130 fios.
Para retículas mais finas e desenhos muito detalhados:
Usar malhas acima de 130 fios.
Tomando como ponto de referência as tintas podemos separar as malhas da seguinte maneira:
Malhas de 12 a 180n linhas / cm linear:
Pode ser usada para impressão de quase todas as superfícies, desde que a tinta seja sintética.
Malhas de 77 a 180 fios / cm linear:
Materiais vinílicos, papel, plástico, madeira, material auto-adesivo, PVC em chapa, filme ou injetado, acrílico metais etc, desde que a tinta seja vinílica.
Malhas de 30 a 90 fios / cm linear:
Para impressão em tecidos, desde que se usem tintas para tecidos.
Malhas de 77 a 150 fios / cm linear:
Para impressão de vidros, metais, fórmicas, e plásticos em geral, desde que a tinta seja Epóx.
Os tecidos são o elemento número 1 na serigrafia, sendo este um dos principais responsáveis pela qualidade final do impresso. Sua escolha deve ser realizada com muita cautela, lembrando que a tinta terá que atravessa-lo para atingir o substrato.
Conforme o tipo de tinta que se utilizará deve-se escolher um tecido adequado para a impressão, se for uma tinta com alta viscosidade, por exemplo, não se deve utilizar um tecido com alta lineatura, pois a tinta não conseguirá atravessar o tecido e chegar até o substrato.
Entre os diversos tipos de tecidos, podemos destacar os seguintes:
- Seda Natural
- Tecidos Sintéticos (nylon, terylene).
- Tecidos Metálicos (Bronze fosforoso, Aço inoxidável, Níquel cromado)
A Seda Natural
1º Composição:
A seda é um composto protéico formado por ceras e graxas.
Quimicamente se compõe de:
76% de fibroína
22% de sericina
1,7 % de cera e corpos graxos
0,30 % de cloruro sódico (obs: nomes escritos em espanhol)
A sericina é um elemento fundamental, porque aumenta a resistência da seda em uns 30%, mantém a coesão dos fios e evita alta inchação dos fios.
Em relação à resistência, a seda agüenta perfeitamente os solventes graxos a base de petróleo, solvente celulósicos, etílicos, benzênicos etc. Quer dizer, quase todos os solventes utilizados em serigrafia.
Porém são facilmente destruídos por ácidos, permanganatos de potássio, solução de soda cáustica acima de 5%. Sendo que estes elementos devem ser utilizados em baixas concentrações. Finalizando não se deve utilizar água com temperatura acima de 60º C, pois a seda é muito sensível para tais temperaturas.
As diferentes texturas e resistências
Textura de ancha
Existem basicamente três modos diferentes de tramas da seda, ou seja, o modo no qual os fios de seda são entrelaçados uns aos outros.
O chamado entrelaçamento de "gasa" é obtido mediante um duplo encadeado: dois fios seguem cada fio da trama e se cruzam seguidamente, o que provoca um bloqueio perfeito do fio da trama e evita o deslizamento dos mesmos. Este tipo de textura é chamado de "textura ancha".
Desenho fig 3, pág 22, livro técnicas de serigrafia.
Este tipo de textura se reserva para seda de números 6 e 8, onde a abertura da malha é muito acentuada.
Quando se quer tecer sedas mais finas, cuja abertura da malha é menor, não se pode conservar esta textura de tecido ("textura ancha") que impedirá uma boa filtração da tinta. Necessitam-se então telas tecidas com entrelaçamento semi-ancha, ou seja, ao invés de ter um entrelaçamento de gasa para todos os fios, o entrelaçamento é alternado, um fio sim, um fio não.....
Desenho fig 4 mesmo livro.
Em tecidos extremamente finos (gasa nos 16, 18, 20, 25) pode-se chegar a ter um entrelaçamento para cada 3 ou 4 fios.
Textura
"tafetán" (tupida)
Nesta textura a seda não tem "entrelaçamento de
gasa", os fios estão entrelaçados de forma simples.
Nos números de grande abertura de malha, os fios têm tendência a deslizar uns sobre os outros, porém este inconveniente se reduz ao mínimo quando se alcança o nº 12, cuja textura apertada mantém os fios em seu lugar.
A vantagem em relação aos outros tipos de trama
(ancha e semi-ancha) está em seu custo mais baixo e oferece um depósito de tinta mais regular nos fios número 18 a 25.
Qualidade de resistência e finura que mais se usam em serigrafia:
Normal X
Extra forte XX
Doble extra forte XXX
Triple extra forte XXXX
Estas qualidades de resistência correspondem a um valor em gramas por metro quadrado de fio.
Prima X 34/36 g/m2
XX 42/44 g/m2
XXX 48/50g/m2
XXXX 52/54 g/m2
Numeração dos tecidos
Esta numeração é puramente convencional; determina-se segundo a quantidade de fios que "cabe" em 1 cm linear.
Nº do tecido fios
por cm linar Nº
do tecido fios
por cm linar 6 29 14 55 8 34 15 59 9 38 16 62 10 43 18 66 11 46 20 68 12 49 25 77 13 51
Os tecidos Sintéticos
O Nylon
Composição:
Dentro da denominação "nylon" se agrupa na realidade um grande número de combinações químicas designadas com o nome genérico de poliamidas (ou amidas poliméricas).
Menos higroscópico que a seda, o nylon contém somente 3,7% de água em uma umidade ambiente de 60% (enquanto a seda contém 10%). Então saliento que em estado úmido (por saturação) o nylon pode se estender (alongar-se) cerca de 2% (dois centímetros por metro).
Suas qualidades mecânicas de resistência ao desgaste são admiráveis. São também resistentes a todos os solventes e inclusive a fortes concentrações de soda cáustica.
Os ácidos minerais conseguem alterar o nylon quando em concentrações fortes.
Os ácidos orgânicos não o altera, com exceção de:
- ácido carbólico
- ácido cresólico
- ácido fórmico
Sendo que estes dissolvem o nylon.
Sua trama é simples também, os fios de nylon apenas se cruzam. Desta forma ocorre o risco dos fios se deslizarem, como no caso da seda com trama simples, más assim como na seda este risco desaparece com fios de número superiores a 12 (49 linhas/cm), pois os fios ficam mais apertados uns aos outros.
Qualidade de resistência e finura
Sendo um monofilamento liso com um alto coeficiente de elasticidade, o nylon se caracteriza por sua solidez e flexibilidade. Suas possibilidades de extensão são três vezes maiores que as sedas naturais, o que torna particularmente difícil seu tensionamento (tecido 21 a 25) e provoca as vezes problemas de localização e de variação de tensão.
Em compensação o nylon possui resistência mecânica de 20 a 30 vezes maior que a seda.
Numeração
A numeração é idêntica a da seda:
Nº do tecido fios
por cm linar Nº
do tecido fios
por cm linar 6 29 14 55 8 34 15 59 9 38 16 62 10 43 18 66 11 46 20 68 12 49 25 77 13 51
O Terylene
(Dacron)
O terylene é um poliéster, mais precisamente um tereftalano de polietileno.
Possui uma maior estabilidade dimensional que o nylon, isso de deve a seu baixo nível de absorção de umidade, que não excede 0,6% de água.
Porém possui menor resistência química e mecânica.
São geralmente encontrados com textura simples (fios apenas cruzados) e nos números 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18 e 20.
Tecidos Metálicos
Bronze fosforoso e aço inoxidável
Em relação a composição química é preferível utilizar o aço inoxidável, pois apresenta maior resistência aos elementos oxidantes quando comparado com o bronze.
Em compensação, o bronze possui melhores qualidades mecânicas que o aço, graças a sua maior flexibilidade.
A textura é de fios cruzados.
A numeração das telas metálicas é diferente da adotada pela seda e pelo nylon.
|
Número do tecido |
N.º de fios / cm linear |
Número do tecido |
N.º de fios / cm linear |
|
80 |
29,6 |
170 |
62,9 |
|
90 |
33,4 |
180 |
66,7 |
|
100 |
37,1 |
200 |
74,2 |
|
110 |
40,8 |
220 |
81,4 |
|
120 |
44,5 |
250 |
92,5 |
|
130 |
48,1 |
270 |
100 |
|
140 |
51,8 |
300 |
111 |
|
150 |
55,6 |
350 |
129,5 |
|
160 |
59,3 |
|
|
Qualidades e defeitos referentes a cada classe de tecido
As sedas naturais
Vantagens:
- muita estabilidade dimensional
- excelente fixação da camada fotossensível
Inconvenientes:
- frágil e rápido desgaste
- pouca resistência a álcalis
- difícil remoção da emulsão para reaproveitamento do tecido
O Nylon
Vantagens:
- grande resistência ao desgaste mecânico
- fácil remoção de tinta e emulsão (fácil reaproveitamento)
- possibilita altas lineatura
- difícil secagem da tinta entre as tramas
Inconvenientes:
- dificuldade de conseguir tensão desejada
- instabilidade atmosférica
- perigo de alongamento com excesso de pressão da racle
É importante salientar que existem telas de nylon fabricadas de tal forma que já saem da fábrica estabilizadas, tanto em elasticidade quanto no ponto de vista dimensional.
Telas Metálicas
Vantagens:
- máxima estabilidade dimensional
- resistência total ao desgaste mecânico, (milhões de impressões)
- resistência à abrasão
- resistência ao calor (temperaturas acima de 120ºC)
- altíssima lineatura
- fácil adesão de camadas fotossensível
Inconvenientes:
- falta de elasticidade, sobre tudo o aço
- difícil acerto da tensão sem máquinas próprias
- preço muito alto (quanto maior a lineatura da tela mais caro)
A seleção dos tecidos
Agora que já estudamos um pouco sobre cada característica dos principais tecidos utilizados em serigrafia, temos mais base para a escolha do tecido mais adequado ao trabalho a ser impresso.
Para isso podemos ainda citar algumas relações importantes para realizar a primeira seleção do tipo de tecido a ser usado:
- O custo dos diversos tecidos;
- O tamanho da impressão (relação com a moldura/bastidor)
- As possibilidades de tensão
- A possibilidade de reaproveitar o tecido para nova impressão
- A tiragem de impressão
- O substrato que será utilizado (verificar elasticidade necessária)
- A tinta a ser utilizada (dependendo da tinta tem que utilizar tramas mais abertas)
- A carga de tinta necessária
- Quantidade de cores do trabalho etc.
Tecidos Metálicos
- Para se conseguir um forte relevo de tinta no impresso;
- Para tintas que serão impressas ou secas em altas temperaturas (vidros, por exemplo)
- Para impressos que necessitam registro perfeito
- Para substratos rugosos com altas tiragens
- Para tintas ou esmaltes abrasivos (vidro, porcelana, cerâmica).
Nylon
- Para imprimir altas tiragens de tipo industrial (boa resistência)
- Impressão de lâminas plásticas em grandes quantidades
- Impressos reticulados a cores
- Impressos com tintas metálicas e fluorescentes (alta granulometria do pigmento (tamanho) sendo necessário uma boa abertura entre os fios).
O nylon é o tecido (malha) mais utilizado nas artes gráficas, sendo que este possui alta elasticidade, ótima reprodução de pontos (alta lineatura), possibilidade de reaproveitamento da malha, suporta altas tiragens de impressão. Lembrando que podemos diminuir ou aumentar a lineatura da malha (quantidade de fios por cm linear), e também o diâmetro dos fios, aumentando ou diminuindo com isso a abertura entre os fios, e conseqüentemente o volume de tinta no impresso. Podendo o nylon ser bem utilizado para os vários tipos de papéis, plásticos, metais, cartões etc.
acima......................................................................
Fcaparroz@ig.com.br